Soneto de Cláudio Manuel da Costa dedicado ao "pátrio Rio" (o Ribeirão do Carmo, em Mariana, terra natal do poeta). O eu lírico quer que a posteridade conheça o rio por seus versos, mas reconhece que ele não tem a paisagem bucólica clássica: é turvo, banha areias pálidas e carrega ouro — "campo da ambição".