Eurípides (c. 480–406 a.C.) é o mais "moderno" dos três grandes trágicos atenienses (com Ésquilo e Sófocles): dá voz a mulheres, estrangeiros e marginalizados e questiona os valores tradicionais e os deuses. Medeia foi encenada no ano em que começou a Guerra do Peloponeso.
A tragédia grega era apresentada em festivais religiosos (Grandes Dionisíacas), com atores mascarados (todos homens) e um coro, que comenta a ação. Segundo Aristóteles, a tragédia provoca terror e piedade e leva à catarse (purificação das emoções).